
Uma das maiores demandas da Odontologia Restauradora Estética moderna sempre foi a reabilitação estética de dentes escurecidos com resultados naturais. Por isso, este será um dos assuntos abordados durante sua palestra internacional no CIOGO 2019. Referência mundial da área, Paulo Monteiro, diretor e coordenador de pós-graduação e chefe da Equipe de Consulta Assistencial de Dentisteria Estética no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz, em Lisboa, Portugal, ministrará a palestra Restauração de Dentes Escurecidos – Resinas Compostas e Facetas Cerâmicas, dia 12/09, às 14h30. O professor Paulo Monteiro, que viaja o mundo dando cursos e palestras sobre o assunto (já ministrou em mais de 400 congressos e cursos em diversos países), falará sobre o tratamento e reabilitação de dentes escurecidos, abordando as diferentes soluções a nível de materiais e técnicas que podem ser usadas no dia a dia. Ele ressalta que a reabilitação e mascaramento de dentes escurecidos é um dos desafios da Odontologia Estética. “Atualmente, existem diferentes formas de resolver estes casos, sempre de forma natural, estética e minimamente invasiva”, garante.
Entre os materiais restauradores que podem ser utilizados para este tipo de situação, segundo Paulo Monteiro, encontram-se as resinas compostas e as cerâmicas dentárias. No entanto, para que o resultado seja o mais estético e funcional possível, a escolha do material, a técnica utilizada, as espessuras e opacidade dos materiais são muito importantes. “Durante a palestra, iremos fazer uma atualização dos materiais restauradores disponíveis (opacificadores, resinas compostas, cerâmicas), técnicas, preparo dentário e passo a passo clínico detalhado para que o resultado final seja o mais natural e imperceptível, sempre com o máximo de previsibilidade”, informa o professor.
Dentes brancos Paulo Monteiro ressalta que, hoje em dia, todos os pacientes querem ter bons resultados estéticos quando fazem tratamentos restauradores, ou seja, ter dentes mais brancos é sempre uma grande demanda. Segundo ele, muitas vezes os profissionais se deparam com casos em que os dentes existentes estão muito escuros. Este escurecimento mais agressivo pode ser provocado por diferentes razões. Por isso, um dos maiores desafios é tentar conseguir dar ao paciente um sorriso branco e, ao mesmo tempo, preservar ao máximo a estrutura dentária e encobrir ou mascarar o aspecto inicial.
“No CIOGO, iremos discutir os materiais mais recentes existentes no mercado e as técnicas analógicas e digitais que nos permitem conseguir esse resultado”, avisa o professor, que é membro honorário do grupo Style Italiano, da Sociedade Romena de Estética Dentária e da European Society of Cosmetic Dentistry. Ele elogia a qualidade do trabalho da Odontologia brasileira, considerada uma das melhores do mundo e diz que, a nível de estética dentária, o que se tem feito e desenvolvido no Brasil é uma referência para todo o mundo. “A cada ano que passa, a Odontologia que os brasileiros praticam é mais conhecida e valorizada nos quatro cantos do planeta”, avalia.
Paulo Monteiro participará pela segunda vez do CIOGO. De acordo com ele, a edição de 2017 foi uma experiência inesquecível, não só pela qualidade científica do evento, mas também pela sua dimensão a nível de participantes e envolvimento social. “Já é um dos grandes eventos internacionais da Odontologia e, a cada edição, está mais forte e com mais participantes”, destaca.
Ele lembra que, depois do CIOGO, já teve a oportunidade de ministrar cursos práticos na ABO Goiás sobre resinas compostas com turmas nacionais e internacionais. “A energia, dinâmica e interação com os participantes é algo muito especial, que me faz sempre querer voltar. A ABO Goiás é uma casa especial, liderada por pessoas muito especiais, assim como acontece com o CIOGO”, afirma o professor, que é autor e coautor de publicações clínicas e científicas em jornais nacionais e internacionais e consultor científico de vários fabricantes de materiais dentários.
Entre os materiais restauradores que podem ser utilizados para este tipo de situação, segundo Paulo Monteiro, encontram-se as resinas compostas e as cerâmicas dentárias. No entanto, para que o resultado seja o mais estético e funcional possível, a escolha do material, a técnica utilizada, as espessuras e opacidade dos materiais são muito importantes. “Durante a palestra, iremos fazer uma atualização dos materiais restauradores disponíveis (opacificadores, resinas compostas, cerâmicas), técnicas, preparo dentário e passo a passo clínico detalhado para que o resultado final seja o mais natural e imperceptível, sempre com o máximo de previsibilidade”, informa o professor.
Dentes brancos Paulo Monteiro ressalta que, hoje em dia, todos os pacientes querem ter bons resultados estéticos quando fazem tratamentos restauradores, ou seja, ter dentes mais brancos é sempre uma grande demanda. Segundo ele, muitas vezes os profissionais se deparam com casos em que os dentes existentes estão muito escuros. Este escurecimento mais agressivo pode ser provocado por diferentes razões. Por isso, um dos maiores desafios é tentar conseguir dar ao paciente um sorriso branco e, ao mesmo tempo, preservar ao máximo a estrutura dentária e encobrir ou mascarar o aspecto inicial.
“No CIOGO, iremos discutir os materiais mais recentes existentes no mercado e as técnicas analógicas e digitais que nos permitem conseguir esse resultado”, avisa o professor, que é membro honorário do grupo Style Italiano, da Sociedade Romena de Estética Dentária e da European Society of Cosmetic Dentistry. Ele elogia a qualidade do trabalho da Odontologia brasileira, considerada uma das melhores do mundo e diz que, a nível de estética dentária, o que se tem feito e desenvolvido no Brasil é uma referência para todo o mundo. “A cada ano que passa, a Odontologia que os brasileiros praticam é mais conhecida e valorizada nos quatro cantos do planeta”, avalia.
Paulo Monteiro participará pela segunda vez do CIOGO. De acordo com ele, a edição de 2017 foi uma experiência inesquecível, não só pela qualidade científica do evento, mas também pela sua dimensão a nível de participantes e envolvimento social. “Já é um dos grandes eventos internacionais da Odontologia e, a cada edição, está mais forte e com mais participantes”, destaca.
Ele lembra que, depois do CIOGO, já teve a oportunidade de ministrar cursos práticos na ABO Goiás sobre resinas compostas com turmas nacionais e internacionais. “A energia, dinâmica e interação com os participantes é algo muito especial, que me faz sempre querer voltar. A ABO Goiás é uma casa especial, liderada por pessoas muito especiais, assim como acontece com o CIOGO”, afirma o professor, que é autor e coautor de publicações clínicas e científicas em jornais nacionais e internacionais e consultor científico de vários fabricantes de materiais dentários.
Fonte: Revista Odonto nº 41


