
A produção de cerveja artesanal, que começou como um hobby para muitos apaixonados pela bebida, está se tornando até uma fonte de renda para alguns. Os participantes da última edição do Congresso Internacional de Odontologia de Goiás (CIOGO), tiveram a oportunidade de conhecer um pouco deste universo cervejeiro em um estande da Braühaus Escola da Cerveja, que realizou até um workshop no evento. Agora, os associados da ABO Goiás que quiserem se aprofundar nesta arte terão um desconto especial de 20% nos cursos. O consumo de cerveja artesanal tem conquistado cada vez mais pessoas que buscam um produto com qualidade diferenciada. Goiás é o estado do Centro-Oeste com maior número de cervejarias artesanais, segundo a Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva), e já ocupa a sétima posição no ranking nacional. Das 51 cervejarias da região, 25 estão em território goiano. Mas o número de rótulos é maior por conta das cervejarias “ciganas”, que produzem na estrutura de outras fábricas. A produção no País já passou de 55,6 milhões de litros em 2014 para 188,2 milhões em 2018.
A Braühaus começou como a primeira escola de cervejas do Cento-Oeste, em 2016, e se transformou num pub e numa revenda de insumos e equipamentos para os fabricantes. O sommelier de cervejas e coordenador dos cursos, Daniel Lell Natal, conta que começou produzindo em casa e criou uma marca própria independente. Mas sempre que ia em algum lugar comprar insumos, como malte, achava o local com atendimento frio, ruim. “Daí, pensei como seria bom ter um lugar onde eu pudesse tomar uma cerveja e ouvir música enquanto esperava”, ressalta.
Daniel também lembra que precisou fazer seus cursos de cervejeiro fora do Estado, pagando caro, e pensava no porquê de não haver cursos em Goiânia. “Resolvi me especializar mais justamente para trazer isso pra cá, para que as pessoas não precisassem sair e pagar caro”. Hoje, já são 28 turmas formadas apenas no curso de Produção Cervejeira da Braühaus e o perfil dos alunos tem mudado muito. No início, a maioria fazia os cursos apenas por hobby, para fazer sua própria cerveja em casa. “De alguns meses para cá, as pessoas passaram a fazer pensando em abrir sua própria cervejaria artesanal”, destaca o coordenador.
A escola oferece hoje dezenas de cursos, realizados nos finais de semana. Eles vão desde degustação de rótulos, que é feito em apenas um fim de semana e custa cerca de R$ 170, até outros mais especializados, como os de sommelier e de produção de cerveja, que custam cerca de R$ 3 mil, com mais de 100 horas aula. Segundo Daniel, o workshop realizado durante o CIOGO 2019 mostrou como o mundo da cerveja artesanal é interessante. “O workshop foi uma porta de entrada para a pessoa aprender a degustar ou a fazer mesmo”, destaca.
Para ele, o sucesso da cerveja artesanal foi comprovado recentemente com a vitória da marca Colombina no Prêmio Pop List, do jornal O Popular. A marca goiana Klaro também se destacou com o segundo lugar no segmento chopp, atrás apenas da gigante Bhrama.
E a produção no Estado deve continuar crescendo, pois estão previstas aberturas de novas fábricas em 2020. “Nós mesmos ainda somos ‘ciganos’ e temos pretensão de abrir uma fábrica em breve. É um mercado em ascensão que ainda tende a crescer muito”, prevê Daniel. Produzindo cerca de três mil litros de cerveja em três rótulos, há apenas um ano, ele conta que sua intenção é criar mais três rótulos. A produção é vendida, principalmente, em bares e distribuidoras locais.
“Mesmo que o País não viva um momento muito feliz, economicamente falando, a cerveja artesanal está indo na contramão”, justifica. O sommelier ressalta a importância dos interessados entenderem melhor como funciona a produção, pois há um pouco de ilusão em pensar que é fácil fazer cerveja em casa e vender na rua, devido à complexidade do processo. “Porém, é um mundo apaixonante, assim como o da gastronomia”, destaca. Os associados da ABO interessados em participar dos cursos só precisam procurar a escola e se identificar.
A Braühaus começou como a primeira escola de cervejas do Cento-Oeste, em 2016, e se transformou num pub e numa revenda de insumos e equipamentos para os fabricantes. O sommelier de cervejas e coordenador dos cursos, Daniel Lell Natal, conta que começou produzindo em casa e criou uma marca própria independente. Mas sempre que ia em algum lugar comprar insumos, como malte, achava o local com atendimento frio, ruim. “Daí, pensei como seria bom ter um lugar onde eu pudesse tomar uma cerveja e ouvir música enquanto esperava”, ressalta.
Daniel também lembra que precisou fazer seus cursos de cervejeiro fora do Estado, pagando caro, e pensava no porquê de não haver cursos em Goiânia. “Resolvi me especializar mais justamente para trazer isso pra cá, para que as pessoas não precisassem sair e pagar caro”. Hoje, já são 28 turmas formadas apenas no curso de Produção Cervejeira da Braühaus e o perfil dos alunos tem mudado muito. No início, a maioria fazia os cursos apenas por hobby, para fazer sua própria cerveja em casa. “De alguns meses para cá, as pessoas passaram a fazer pensando em abrir sua própria cervejaria artesanal”, destaca o coordenador.
A escola oferece hoje dezenas de cursos, realizados nos finais de semana. Eles vão desde degustação de rótulos, que é feito em apenas um fim de semana e custa cerca de R$ 170, até outros mais especializados, como os de sommelier e de produção de cerveja, que custam cerca de R$ 3 mil, com mais de 100 horas aula. Segundo Daniel, o workshop realizado durante o CIOGO 2019 mostrou como o mundo da cerveja artesanal é interessante. “O workshop foi uma porta de entrada para a pessoa aprender a degustar ou a fazer mesmo”, destaca.
Para ele, o sucesso da cerveja artesanal foi comprovado recentemente com a vitória da marca Colombina no Prêmio Pop List, do jornal O Popular. A marca goiana Klaro também se destacou com o segundo lugar no segmento chopp, atrás apenas da gigante Bhrama.
E a produção no Estado deve continuar crescendo, pois estão previstas aberturas de novas fábricas em 2020. “Nós mesmos ainda somos ‘ciganos’ e temos pretensão de abrir uma fábrica em breve. É um mercado em ascensão que ainda tende a crescer muito”, prevê Daniel. Produzindo cerca de três mil litros de cerveja em três rótulos, há apenas um ano, ele conta que sua intenção é criar mais três rótulos. A produção é vendida, principalmente, em bares e distribuidoras locais.
“Mesmo que o País não viva um momento muito feliz, economicamente falando, a cerveja artesanal está indo na contramão”, justifica. O sommelier ressalta a importância dos interessados entenderem melhor como funciona a produção, pois há um pouco de ilusão em pensar que é fácil fazer cerveja em casa e vender na rua, devido à complexidade do processo. “Porém, é um mundo apaixonante, assim como o da gastronomia”, destaca. Os associados da ABO interessados em participar dos cursos só precisam procurar a escola e se identificar.
Fonte: Revista Odonto nº 42


