
A 20ª edição do Congresso Internacional de Odontologia de Goiás (CIOGO 2019), que começa no próximo dia 11 de setembro, será marcada pela presença de muitos palestrantes internacionais, que são referências mundiais em suas áreas de atuação. Uma das apresentações mais aguardadas é a do italiano Ignazio Loi, que ministrará o curso ‘BOPT: novas abordagens na prótese fixa’. Criada por Loi com caráter revolucionário na Odontologia Contemporânea, o BOPT (Biological Oriented Preparation Tecnique) é um procedimento protético simplificado, com indicações precisas e que permite intervir em casos clínicos para reabilitações unitárias e múltiplas, para mudança de perfil e espessura de margem periodontal sem que haja necessidade de intervenções cirúrgicas prévias para adequação do mesmo. Especializado em Odontoestomatologia e Prótese Dentária na Universidade de Cagliari, na Itália, e sócio ativo da Academia Italiana de Odontologia Protética (AIOP), Ignazio Loi explica que a técnica permite que os profissionais proporcionem a seus pacientes uma relação saudável entre as restaurações dentárias e o periodonto para que se atinja uma maior longevidade clínica e a harmonia estética. Casos com passo-a-passo serão apresentados com acompanhamento de longo prazo que confirmam a estabilidade dos resultados estéticos. A palestra acontece no dia 13 de setembro, às 17h30.
Segundo Ignazio, o curso abordará os conceitos que fazem parte da técnica BOPT: invasão controlada do sulco gengival, perfis emergentes de adaptação protética e desgastes diferenciados, realinhamento do contorno gengival, reposicionamento coronal de zênites gengivais sem cirurgia periodontal, novas relações entre a forma dentária e os tecidos com espessamento tecidual e sua estabilização a médio e longo prazo. Ele lembra que os conceitos da técnica BOPT também foram transferidos para o campo do implante com a criação dos pilares verticais fresáveis. O espessamento dos tecidos moles permite maior estabilidade do mesmo e melhor estética na área marginal.
Diferentemente do convencional preparo horizontal, a técnica BOPT consiste num procedimento protético simplificado, que utiliza a preparação vertical com a eliminação da linha junção cemento-esmalte, propiciando uma liberdade na restauração cerâmica. “Somado a isso, o tempo de uso da restauração provisória nesta técnica é maior do que no preparo convencional para que se alcance o aumento da espessura gengival e a estabilidade da margem gengival”, explica o especialista.
Estética Aplicando conceitos semelhantes aos pilares dentais, Ignazio mostrará que com a criação dos pilares verticais fresáveis sobre implantes há também um espessamento dos tecidos moles, permitindo uma maior estabilidade do mesmo e uma melhor estética na área marginal, ofertando sobretudo longevidade dos resultados estéticos e biológicos de reabilitações sobre implantes. De acordo com ele, a técnica BOPT, quando bem aplicada e executada, resulta num bom comportamento periodontal, espessamento gengival e na estabilidade marginal com resultados previsíveis. “A consequência será uma maior satisfação por parte dos pacientes nos quesitos estéticos e funcionais”, garante.
Segundo o especialista, o BOPT permite alcançar vantagens clínicas como liberdade na restauração, remodelação do perfil de emergência, além de ter vantagens biológicas através da resposta positiva gengival, com maior estabilidade do tecido ao redor da restauração final. Outra vantagem é que os custos são similares aos da técnica convencional, mas com um ganho adicional de ter resultados estéticos mais estáveis e previsíveis a longo prazo.
Para o italiano, a Odontologia brasileira ocupa um dos primeiros lugares no cenário mundial, uma opinião que ele garante já ser antiga. Ignazio Loi lembra que em 2013 organizou um congresso na Itália intitulado “Itália/ Brasil – Estética Fora da Caixa”, que foi um grande sucesso. O especialista comenta que o CIOGO será seu primeiro congresso no Brasil e que a expectativa é grande. “Estamos muito curiosos para ver como o público brasileiro reagirá a uma nova técnica e a uma nova maneira de lidar com casos clínicos simples e complexos”, afirma.
Segundo Ignazio, o curso abordará os conceitos que fazem parte da técnica BOPT: invasão controlada do sulco gengival, perfis emergentes de adaptação protética e desgastes diferenciados, realinhamento do contorno gengival, reposicionamento coronal de zênites gengivais sem cirurgia periodontal, novas relações entre a forma dentária e os tecidos com espessamento tecidual e sua estabilização a médio e longo prazo. Ele lembra que os conceitos da técnica BOPT também foram transferidos para o campo do implante com a criação dos pilares verticais fresáveis. O espessamento dos tecidos moles permite maior estabilidade do mesmo e melhor estética na área marginal.
Diferentemente do convencional preparo horizontal, a técnica BOPT consiste num procedimento protético simplificado, que utiliza a preparação vertical com a eliminação da linha junção cemento-esmalte, propiciando uma liberdade na restauração cerâmica. “Somado a isso, o tempo de uso da restauração provisória nesta técnica é maior do que no preparo convencional para que se alcance o aumento da espessura gengival e a estabilidade da margem gengival”, explica o especialista.
Estética Aplicando conceitos semelhantes aos pilares dentais, Ignazio mostrará que com a criação dos pilares verticais fresáveis sobre implantes há também um espessamento dos tecidos moles, permitindo uma maior estabilidade do mesmo e uma melhor estética na área marginal, ofertando sobretudo longevidade dos resultados estéticos e biológicos de reabilitações sobre implantes. De acordo com ele, a técnica BOPT, quando bem aplicada e executada, resulta num bom comportamento periodontal, espessamento gengival e na estabilidade marginal com resultados previsíveis. “A consequência será uma maior satisfação por parte dos pacientes nos quesitos estéticos e funcionais”, garante.
Segundo o especialista, o BOPT permite alcançar vantagens clínicas como liberdade na restauração, remodelação do perfil de emergência, além de ter vantagens biológicas através da resposta positiva gengival, com maior estabilidade do tecido ao redor da restauração final. Outra vantagem é que os custos são similares aos da técnica convencional, mas com um ganho adicional de ter resultados estéticos mais estáveis e previsíveis a longo prazo.
Para o italiano, a Odontologia brasileira ocupa um dos primeiros lugares no cenário mundial, uma opinião que ele garante já ser antiga. Ignazio Loi lembra que em 2013 organizou um congresso na Itália intitulado “Itália/ Brasil – Estética Fora da Caixa”, que foi um grande sucesso. O especialista comenta que o CIOGO será seu primeiro congresso no Brasil e que a expectativa é grande. “Estamos muito curiosos para ver como o público brasileiro reagirá a uma nova técnica e a uma nova maneira de lidar com casos clínicos simples e complexos”, afirma.
Fonte: Revista Odonto nº 41


